Aparelhos ozonizadores em meio à pandemia COVID-19

Como mostrado em reportagem no G1, a UNESC no início de abril passou a utilizar geradores de ozônio para descontaminação de ambientes hospitalares, sendo um deles instalado em Criciúma, Santa Catarina.

Pesquisadores se preparam para utilizar tecnologia na desinfecção de espaços como Centro de Triagem de Criciúma — Foto: Unesc/ Divulgação

O ozônio, por ser um ótimo oxidante, consegue destruir a membrana das células bacterianas e virais. Em diversos testes após o início do uso do ozonizador, obtiveram-se resultados positivos.O ozônio consegue alcançar locais onde ferramentas normais jamais conseguiriam, tendo assim uma descontaminação muito mais eficiente, chegando a ser 3120 vezes mais rápido, e cerca de 100 vezes mais potente do que o cloro, utilizado amplamente em hospitais. O ozônio é um gás capaz de eliminar bactérias, ácaros, mofo, vírus, bolores e alguns tipos de odores indesejáveis no ambiente. Em Diadema, em parceria com a Hyundai, as ambulâncias da cidade receberam ozonizadores portáteis para descontaminação das mesmas. Em Catanduva, o laboratório da Unimed utilizou da tecnologia para descontaminação dos espaços utilizados.

A mesma tecnologia já havia sido utilizada outras vezes contra diversos tipos de vírus, incluindo-se os que atacam vias respiratórias, como o Covid-19.

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